“Avendo conquistato il mondo, volle conquistare se stessa, e conquistando se stessa, affinché nulla rimanesse invincibile, giace, nella Roma sconfitta, Roma, la vincitrice...”
- Janus Vitalis
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Sob o cerúleo céu, ante o dourado sol,
Das nuvens abaixo, co’a brisa mais leve,
Surgiu o estandarte – quase o rubro arrebol¹,
De um sangue mais belo, mais puro e leve...
A neta de Vênus, que um dos grandes gerou²,
Do delito nasceu, desde quando o gládio
Do furioso irmão³ tornou-se apanágio,
Do nome único que a História perpetuou...
Seja do Pó às sulinas gregas ilhas,
Que o mar Tirreno banha - marés aflitas,
Das terras ítalas às pólis samnitas:
Todas do romano jugo foram filhas!
Ao Ocidente foi - luz que não se apaga,
Pro Oriente... - uma mão que, jamais vencida
Fez temer as falanges mais aguerridas,
Enquanto em riste brilhava sua espada!
Continua.
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¹Referência à cor rubra da bandeira romana, adotada em meados dos primeiros séculos, como alusão ao assassínio de Remo por seu irmão Rômulo, fundador de Roma. O vermelho, do fundo, simbolizaria o sangue da vítima. Não há evidências históricas ou mesmo teorias que abordem esse assunto; sendo, portanto, com a devida vênia, uma simbolização do autor.
²Referência à crença de que Eneias, guerreiro lendário, após a guerra de Troia, estabeleceu-se na península itálica; séculos mais tarde, Rômulo, descendente de Reia Sílvia, por sua vez descendente da nobreza de Alba Longa e, consequentemente, de Eneias, fundaria Roma.
³Referência a Rômulo, fundador de Roma, que matou seu irmão Remo.