Sair, ouvir um som e se divertir
com a massa que curte a sintonia
nunca ficamos na monotonia.
Vontade de aprender mais,
ações artísticas e culturais,
na resistência que admira
cada versão, uma nova lição,
atenção e cuidado na conexão.
Estilo específico e diferenciado,
sonoridade em todas as partes,
nos grafites, poesias,
pinturas e artes.
DJ scratch nas pick-ups,
street dance com habilidade,
recuperar o espaço subtraído
no contexto do tempo perdido.
Rádios com monopólios musicais,
interesses de quem faz,
nas culturas das localidades,
artistas da terra sem visibilidade.
Cena regional
esquecida é fácil
nunca viram tendências
de outros estados,
redundantes e exacerbadas.
Restringem oportunidades
para novos personagens
quem escreveu a história
não surfa na onda.
Pioneiros das antigas,
somente fazem de conta.
Nos acordes, no sopro,
no teclado e na percussão.
Rock, hip hop, rap, trap,
manguebeat, reggae, forró,
frevo e tecnologias.
Foram bons no passado
e continuam bons hoje em dia.
Ampliar a renovação cultural,
acabar com o monopólio musical.
Prioridade para artistas locais,
trocados por danos morais
a falência da cultura
há décadas não é novidade,
em festividades nas cidades.
Artistas regionais,
renomados e consagrados,
nas grades festivas,
esquecidos e isolados.
Quem manda fazer isso?
Não pagam para ver
passa 1 ano ou 2
para pagar o cachê?
Constantes enganadores,
prefeitos e governadores.
Inventam tendências
com lógicas anormais,
retirando espaços
de artistas locais.
Os motivos são fúteis,
com prioridades inúteis,
por estes ou aqueles
conflitos de interesses.