Ah! Quantas vezes quis dar de ombros
Para um sentimento que me provoca
Que me causa carência
O sentir sem sentir nada
Desesperança
Acaso sou tão renomado para me perseguires?
Claro que não
Sou um mero espectador da natureza humana
Que me encanta algumas vezes
Mas que me assombra outras tantas
Humanos que por natureza são inocentes
Mas crescem vis, insensíveis
Diria até que muitos tornam-se desumanos
Desumanos?
Sim, não se importam com seus pares
Às vezes maltratam os que chamam de amigos
E pasmem, chegam a maltratar familiares
Já não surpreende mais tal natureza brutal
Estúpida e que beira à barbárie
Desesperança
Porque os adultos não mantém a inocência de uma criança?
Muitos são beligerantes
Chega a ser frustrante
Tentar manter diálogo com tais ignorantes
Evito a todo custo esbarrar nestes obtusos
Que a sua boçalidade não me alcance