Parzival

Natureza humana...

Ah! Quantas vezes quis dar de ombros

Para um sentimento que me provoca

Que me causa carência

O sentir sem sentir nada

Desesperança

Acaso sou tão renomado para me perseguires?

Claro que não

Sou um mero espectador da natureza humana

Que me encanta algumas vezes

Mas que me assombra outras tantas

Humanos que por natureza são inocentes

Mas crescem vis, insensíveis

Diria até que muitos tornam-se desumanos

Desumanos?

Sim, não se importam com seus pares

Às vezes maltratam os que chamam de amigos

E pasmem, chegam a maltratar familiares

Já não surpreende mais tal natureza brutal

Estúpida e que beira à barbárie

Desesperança

Porque os adultos não mantém a inocência de uma criança?

Muitos são beligerantes

Chega a ser frustrante

Tentar manter diálogo com tais ignorantes

Evito a todo custo esbarrar nestes obtusos

Que a sua boçalidade não me alcance