Era presa a gente
A rua cíclica
As casas iguais
Os rostos neutros
Era dia não e dia sim no âmago do eu
Deduzia bem a prisão que eu sentia
Havia a rua que era suave como um tira
Uma Metaprisão que se explode em milhares de nada
Era vazio feito um espelho
Era eu tumultuado
Era triste feito meio do ano
Éramos nós sem nenhum destinatário