Nos momentos difíceis da vida eu peço um sinal ao universo…
Quando criança havia vaga-lumes em abundância. Depois que cresci, nunca mais os vi.
De repente, apenas uma luz intermitente voa na minha frente:
apenas um vaga-lume pisca para mim e voa.
Assim como veio, vai.
Observo o movimento.
A luz que acende e, em seguida, apaga;
acende de novo e apaga novamente e assim sucessivamente.
Já não importa a luz nem a ausência dela.
O importante é o voo.
Continuar voando é a bênção,
mesmo diante do abismo.
Difícil, mas simples assim.