Perdido nos meus próprios pensamentos,
É como viajar no espaço-tempo,
À procura de um novo amor...
Mas vem a loucura e o próprio terror
De não achar ninguém igual a você.
Te procuro em cada curva que eu já vi,
Mas no final... é só não te sentir.
Pagando pelos meus próprios pecados,
Preso na teia dos dias passados.
Com várias ligações, tantos contatos,
Mas nenhum tem o seu cheiro marcado.
Me dá um alívio só de pensar
Que um dia a gente possa se encontrar,
Mas isso só ocorre em outro multiverso...
Na minha trama, eu sigo submerso.
A dor que eu recebi nunca vai sangrar,
Mas deixa cicatrizes fundas...
Difíceis de apagar.