louisest

Legado do sol

A vida carrega um passo a trilhar

Nas veias viro, um forasteiro a caminhar

Minha fisionomia, leva um legado do sol

E nada mais me anima o futebol

 

Percebi a contagem das cartas

Diminuindo a nada

A cada chuva no verão

 

Cantei com passarinhos nas estradas

Mas ninguém ouviu minha parada

Ao precisar de um caminhão

 

Cada centavo a perder, não se foi em vão

Nos meus sonhos mais puros, jurando às almas

Eu nunca soltaria a sua mão

 

Minha batalha foi no horizonte a invenção

De uma mente vencida

pelos cacos no chão

 

Meus pequenos pés em águas uma unção

Mas uma dor envelhecida

Se tornou um pedaço no chão