Amor versus universos impraticáveis
Eu me apaixono mais a cada ligação universal
A quintessência de Graham Bell
Em seu estado analógico
Em defasagens comunicativas, estão em estados diferentes dos seus habituais!
Vulcões e geleiras numa ciranda
Desde a pedra lascada, querem
No fogo, toda carne queimar!
Nebulosas ancestrais
Experiências explosivas em tempos decisivos, em tempos atuais
Meu amor passa por metamorfose...
Sangrando céus de borboletas
Para o bem querer tornar orgulhoso, feliz o céu de
anil
Fazer feliz na vida, piloto e copiloto
Vamos fazer em nós
De tudo isso, uma festa!
Ninguém mais precisa participar!
Nem em diminuto saber o que passa no coração
Oh solidão,
Não alimente mais meu tormento
Ainda não desfrutei da festa
Com meu amor à luz da lua
O amor também é bom
Porém, dilacera o coração como papel
O amor é boníssimo, e só pode tirar seu véu parcialmente
O amor é indecente
É paralisia facial, mental
O amor tem características humanas
Provoca o juízo sem piedade
Ele também fornece lealdade
A quem quer fazer como o horário do chá, impreterivelmente
Mas eu vivo em orbita
Sanguinária, agitada
No espaço quasares
Portanto
Seja clemente com minha
Devoção
Amor,
Seja o agente dos milagres
E a cura satisfatória.