Ei, você que habita esse corpo,
escondido nesse emaranhado de ossos.
Ei, você que mora nessa mente,
que velocidade é essa?
Para que sente?
Nessas terras,
nas terras do teu chão,
se desbravadas,
bem exploradas,
quem sabe até um tesouro perdido haja?
De um menino da ilha,
Ilhaeu...