Apegaua

Sede de vocĂȘ...

Daime de beber desse gole de prazer.

Inebriado de fervor.

Para que não venha ser um pedinte.

Um prisioneiro aos pés da paixão.

Lembrando do calor de seus abraços.

Onde por muito tempo vivi de ilusão.

Não consigo sair desse sonho.

Que vai me aniquilando aos pouquinhos.

Tirando o ar que respiro. tremenda de uma mau intenção.

Apenas te peço.

Invada me com seu frescor.

Cola os seus lábios nos meus.

Me chame de benzinho lembrando de quantas vezes vos comi.

Ou negue que foste minha.

Pois assim o quiseste.

Quando agarradinho em baixo do chuveiro.

fomos uma só pessoa.

Vivendo e deixando viver.

Um sonho.

Que jamais poderemos esquecer.

Apegaua.