Estas emoções silenciosas,
Desorganizadas e persistentes.
Uma letargia entre inquietações,
Entre abandonos e ausências.
No meio desse caos, sucumbo,
Entre amarras que me consomem.
Quero escapar dos meus labirintos,
Tecer novos planos, persistir...
domar minhas desordens e instintos.
Construir, no silêncio que resta,
Uma ponte de calma e verdade,
Sair desta sombra que me veste,
E ver a tempestade que se aquieta....