Se o universo ousasse dizer teu nome,
as estrelas perderiam o brilho,
pois há em ti uma luz serena que nem o céu consegue conter.
Há algo em ti que transforma o caos em arte,
como fogo dançando na chuva sem jamais perder sua essência.
Teus olhos guardam noites tranquilas e tempestades escondidas;
quem mergulha no teu silêncio nunca retorna da mesma maneira.
Teu sorriso é como cometa,
na madrugada riscando o céu,
e até a tristeza parece menor quando encontra tua luz.
Há pessoas que passam como vento,
mas você não — você fica,
como constelação gravada
no coração de quem observa
...
Herik Batista, 1 de junho, 2026