Apegaua

Quem ainda se lembra da cerveja CARA, CÚ.

Pois é.

O mudo chegou no bar onde tomávamos umas e outras, e com caras gestos e caretas não se acertava com o que queria comprar.

Foi ai que pedimos para que se acalmasse e novamente nos mostrasse o que queria.

Enraivado o Mudo passou a mão na cara, tirou toda roupa e abrindo bem sua bunda, nos mostrou seu cu.

Ai todos em uni som, gritamos cara cu.

O mudo abriu um vasto sorriso e apontando o polegar, como a dizer.

Isso mesmo uma cerveja cara cu.

Mas sentada numa mesa mais para os fundos do salão, estava uma Senhora que não gostou da sena do mudo mostrar o cu e imediatamente ligou para as autoridades.

Resumindo.

Todos, fomos parar na delegacia, um como acusado e o resto como testemunhas.

De um atentado ao pudor.

Muito tempo depois o caso foi a julgamento.

Como o mudo não tinha recursos para pagar um advogado, foi de justiça gratuita mesmo.

E o advogado de defesa, por todos os lados tentava fazer direito ao juiz que o unico recurso do mudo para se mostrar o que queria comprar, seria mostrando o cu.

O juiz entendeu, mas não abria mão do pudor, que tinha sido em publico.

Foi ai que a defesa se sobre saiu.

_ Meritíssimo, o erro não esta na vontade do mudo em se mostrar o cu e sim bem mais lá atrás, quando se aceitou o registro do nome da cerveja, Cara Cu.

O juiz fechou a cara e foi ai que todos presentes tivemos o mesmo pensamento será que o juiz também vai mostrar. concordou com a defesa dando o caso por terminada, mas com uma agravante.

Toda vez que o mudo sentisse o desejo de comprar cerveja, que levasse um rotulo ou o casco da cerveja em vez de se estar mostrando o cu.

Com as partes em harmonia, deu por encerrada a seção.

Apegaua.

Obs.

Da serie de quem não tem inspiração conta história.