Com o decorrer dos dias a minha própria humanidade faz-me reconhcer. Entender quem eu sou, o que eu quero, sendo esse dois pontos extremamentes importantes para viver. Não de forma saudável, apenas viver, existir.
Além da minha humanidade, reconhço os da minha volta. Suas vontades, tristezas e alegrias para viver, não sendo única e exclusivamente boa, porque conheço e vejo o que não gostaria. A inveja, o ódio, desespero, o pisar de cabeças para benefício próprio.
Quando tudo isso me vem a cabeça, ou mente, me questiono se vale a pena viver, existir, gastar minha energia. Se o meu folego compra o meu levantar. Não tenho resposta, apenas permaneço no silêncio que é existir, sem saber o porquê existir.