O fingidor.
Aquele que o diz.
E nem esta ai para o provar.
Andando pela mesma estrada que o quis e o abraçou..
Mas ler que e bom.
Nem os próprios amigos concordaram.
Como o merecedor que por lá nunca pisou.
Pois se no discernimento da história.
Sustentar a própria intenção.
E pedir de pés juntos.
Se bater palmas e por que reconheceu.
Que e a minha razão em dizer que o digo por prazer.
Que fingir nos faz esquecer.
Que por trás da verdade.
Escondemos nossas solidão.
Eu o poeta.
Um emérito sonegador.
Usando dos artifícios que o diz.
Amou, sofreu, sorriu e chorou.
E nem assim nos comoveu.
Mitigando soluções e fazendo da história.
O seu drama articulado.
Como que se a sua corda bamba que não se esticou.
Pois sempre o diz mas nunca o provou.
Aproveitando de ser.
Dormiu, sonhou e acordou pensando que foi.
Se não necessitasse em se esconder para se expressar.
Suas palavras morreriam na fonte do discernimento.
Do passado tão triste que se deteve.
Em pena por se lembrar.
O reconhecimento por não ter sido o protagonista.
Que se fez do ato que vos juro.
De miserável vida aos olhos passar.
Mas assim mesmo orgulhoso por vos lhe dizer.
Fingindo tão bem em sussurrar.
Eu o poeta.
O autentico fingidor.
Apegaua