Deast

Entre o Teto e Amanhã



Olho para o teto, deitado;
observo-o como um céu estrelado.

 

Uma luz fraca entra pela janela,
de um sol pronto a se pousar.

 

Não se ouve um som,
com exceção da minha respiração
e do pouco movimento do meu coração
a dizer-me que estou vivo.

 

O que será hoje?
Lembrar-me do passado ou debater o futuro?
Tiro lágrimas ou um sorriso no fim?

 

Aos poucos, os olhos pesam.

 

Amanhã é um novo dia.