A vida é um singelo lembrete
De quão importantes somos,
Rumo ao desconhecido,
Ao imaginário,
Às sombras dos dias vindouros.
Buscamos o que não queremos.
A vida é muito breve,
Mas sua beleza ímpar
Está na brevidade dos dias.
Vidas vão e vêm,
Tudo passa como um sopro,
Um fôlego em nossas narinas.
Mas a beleza do existir
É única e incalculável,
Diante da grandiosidade universal.
Buscamos o que não queremos,
O que nada tem a ver com nosso existir,
Mas a beleza ímpar da vida
Se repete das profundezas:
Só o que é imaginário
Daquilo que se repete.
E esta vida breve,
Porém linda,
Segue o seu curso,
Cumprindo o seu chamado,
O seu mistério,
Diante da grandiosa obra.
Segue a passos
Tranquilos, mas calculados,
Diante do maravilhoso.
Porque a vida,
Ah, a vida!
Essa é de grande magnitude.
Rumo ao desconhecido,
Porém feito das sombras,
Do imaginário em sua plenitude.
Ainda que haja sombras,
Será apenas para maravilhar
E acalmar os dias ensolarados.
Porque a vida,
Ah, a vida é breve, porém linda!
Nunca vamos calcular o valor de sua formosura.