A vida é como um camaleão a fora, sempre mudando estradas e horas, tudo que foi ficou voltou para outrora nos relembrar de nossas escolhas, dores e histórias.
Culpa, histórica e metódica, nos perseguindo des de o início de toda a história, mentirosa, sempre foi essas rochas, perigosas des de o início de toda a história.
Noite fria, é oque invade essas ruas vazias, vazias de almas verdadeiramente vivas, almas, petrificadas pelo própria ignorância de não querer enxergar a verdade verdadeira desta história.
Noite fria, deixando soldados como eu em frangalhos,culpa, ganância e luxúria, sujos como porcos em uma leitaria, más de pé para batalhar.
Chuva fria, nos lavando com a fúria da natureza, é a delicadeza de uma alma bondosa, aurora, e é essa que estamos a procurar.
A chuva é oque nos restou por esta rua, então porque continhar a avançar pela penumbra das vielas escuras? A vida não é benigna com todas as almas nessa caminhada da vida.
Chuva, lave-de mim Meus pecados e de meus compatriotas de guerras, nunca fizemos mal à querer, fomos sujados pela lama e sujeira dessa desajeitada caminhada cósmica, o céu chora, não de amor ou inocência, más clemência pelo sofrimento das almas à dentro desta história.
Chuva, bonita e suave como um anoitecer de tarde, más sem clemência ou indulgência como a sentença, escutate as histórias que vão vir a existência apartir dessa clemência simples e singela, ò doce esfera cósmica.
17/05/26