O aplacar do coração,
causa estranheza,
para quem não sabe gostar,
e tem como moção,
sentir desprezo,
para com quem sabe amar.
Tem mania de decidir,
dando conselho,
como se fosse a coisa certa,
se vê como o melhor florir,
nem olha no espelho,
para ver a falha aberta.
O rigor da fala pesa,
investe no domínio,
para não perder a rédea,
e se alguém esbraveja ou enfeza,
foge até do raciocínio,
para não ficar na média.
O tombo não apavora,
esgarça segurança,
e coloca tudo no “é assim!”,
e como fumaça, evapora,
deixando a lambança,
para não dizer que chegou ao fim.