Te escrevi,
Fitou, sorriu,
Desprezou.
Quanto ama alguém
Que escreve em sangue
Poemas que cortam a alma
E bagunçam, sutilmente, minha mente.
Café amargo para dias doces,
Amores rasos me compõem,
Paixões que me deslocam
Do céu ao inferno.
Construímos universos de conexões,
Num breve e efêmero olhar,
Na ânsia do clímax ascendente,
Apenas partiu sem me conhecer.