Antecipa o Bramido, Concentra a pulsação,
Denuda o Elírio, na Ficção da tua mão.
Graves Herméticos, Invadem o teu ser,
Jorram Líquidos, no Mistério de te ver.
Navega o Oscilante, Penetra o teu pensar,
Quente o Revérbero, que o Suor vem batizar.
Tange o Unfaltável, Violenta a timidez,
Xuclando o Zodíaco, da tua própria nudez.
Aperta o Bulbo, Calca o centro do prazer,
Desenha o Extase, que o Fogo faz arder.
Ganha a Higidez, Instiga o que é carnal,
Jubila o Lascivo, no teu Modo visceral.
Nina o Orgasmo, Prepara a explosão,
Queda-te Rubra, na Sublime convulsão.
Treme o Universo, Vitória do arrebol,
Xuclando o Zênite, sob o brilho deste sol.
A Clímax Psicológica
Sobe a maré, desce o freio, pinga a essência do teu altar,
Teu nome é um verso mudo que eu te ensino a declamar.
Suga o delírio, toca o abismo, sente a alma transbordar,
No abecedário do gozo, onde o \"eu\" vem se apagar.