Exalo,
prolongamentos de mim mesmo,
resumidos ao eco
do eterno retorno.
Monotonia inconsciente,
murmurar sem fim
ondas pródigas e cíclicas
que não edificam,
que apenas moldam
aquilo que sempre foi:
Terra ou Marte?
tanto faz!
Vivo ou apenas estou vivo?
As dimensões queimam;
nada chega que apague
a mente que cede...
Ajoelho.
Restam as mãos, outrora criadas,
colhem um punhado de pó...
Para quê?
Sei lá... outra coisa qualquer!