Ela chegou devagar, foi entrando e gritou seu nome; gritou, e gritou alto.
Puxou a cadeira, sentou e tentou puxar assunto, e eu, tolo, não recusei.
Sua presença era como uma faca pressionada sobre o meu peito.
O silêncio tomou conta da sala e, impelido pelo medo de o silêncio querer dizer o que não quero ouvir,
questionei: \'És a morte?\'.
E ela, sorrindo, acenou que sim.
Quando ela chegou, você se tornou ausente; e, na saída, ela levou o que era eu e deixou o que não havia