Luxúria desenfreada excita as noitadas
menininhas aninham se na exibição das estrelas
entrelaçadas no imensidão escuro da noite
As madrugadas clamam silêncio descansado
Outrora, mas invadidas pelos vampiros alcoólatras
a luz do dia seca corpos consumidos pela ressaca
Rígidos de sons inquietantes sonorizam
e a lua se envergonha na tamanha inocência
A sabedoria se espalha no abismo e reina o suwing
Noites perdidas ou ganhas amantizadas pela
Corrupção dos corpos jovens se mistura gerações
Barbas brancas se arrastam pelas ruas inundadas
Pelo prazer seduzindo almas vivas
O silêncio se foi e reina o caos nas madrugadas
Imagno Velar