Até para dizer o que é,
Sem sombra de dúvida,
Vai saber o que quer,
Para uma outra cúbica.
Vai sentir melhor se é,
Da luz intensa que puxa,
Para parece um qualquer,
Que aos pés não se curva,
Pode ser bem o que é,
Pedir mais uma luta,
Pode ser na ponta do pé,
Pode ser durante a conduta.
E tem que decidir,
No bolso colocar,
Mais uma conseguir,
Lhe fazer retornar...
Ao meus espírito raso,
Este lhe querendo,
O qual faço caso,
De ter aqui por dentro.
Vou meu sigilo vergenhoso,
Tão Sincero como é,
De modo tão gostoso,
De não dançar na ponta do pé.
Vai ser assombroso,
De fato assim como quer,
Vou estar todo idoso,
Te lhe beijando nos pés.
Ah! se figura pomposo,
Algo tem como é,
Me lembro de estar medroso,
De não acariciar o seu pé.
Veja só, destinar sozinho,
Das carícias que a ti fizer,
Mesmo neste carinho,
Vou a ti em caminhos a pé.
Pelo menos sei um pouquinho,
Tão calmo se aqui vier,
Eu respingo só este caminho,
Totalmente traçado a pé.