Ninguém nasce acima.
Ninguém nasce pronto.
Ninguém pede para nascer.
Há uma cerca invisível
que outros ensinaram a respeitar.
O limite foi aceito,
não definitivo.
Há quem permanece do lado de dentro,
explicando o porquê.
Há quem vê, toca e segue.
Há quem atravessa,
rasga-a no peito,
sangra aprendendo —
ninguém nasce gênio.
Torna-se.