Na imensidão do céu noturno,
A lua solitária se ergue e clareia
Como um farol pálido e sereno,
Guardiã das almas que vagueiam.
Seu brilho suave acaricia
As águas escuras do mar,
Refletindo toda a melancolia
Dos corações que anseiam amar.
Ela testemunha segredos,
Histórias sussurradas ao vento,
Enquanto os amantes perdem o medo
E buscam alívio para o sofrimento.
Assim como a lua, sou solitário
Um viajante sem destino,
Caminhando entre estrelas distantes,
Em busca de um abraço divino.
E na solidão da noite, pelo mundo
A lua e os corações se encontram sem pudores
Em um ballet silencioso e profundo,
Para compartilhar seus sonhos e suas dores.