A chuva me lavou,
O vento me afagou,
E o Sol sorriu!
O magnífico Universo
Tem a mim fino trato,
Dele nunca me aparto,
Sou Dele o tato...
Liberdade!
Ó Vida sentida,
Liberdade!
Sempre Serena,
Sempre Mística!
Presente!
Ó Vida percebida,
Se do agora és,
És o Presente!
Mas me diga, quem está presente?
Quem atende o Chamado?
Quem do Amor está ciente?
Quando da carne me soltar,
Uma centelha de luz vou me tornar,
Então, de outras formas a vida vou tocar,
Até que um dia a carne não precise Retornar...
O nome será outro e de novo é novo,
Mas, não é pelo nome que somos amados!
E sim pelo que é, sutil e universal.
O verdadeiro Ser, que aos poucos é revelado,
É Ele quem atende o Chamado
Enfim, És a Liberdade de não ter idade,
A caminhada e o caminho para a Unidade,
A Alma, a sua única e verdadeira Identidade...