TRILOGIA DA GUERRA
I
No horizonte, ecos de aço e fogo numa dança,
a terra curva-se sob o peso duma dor traiçoeira,
cidades desmoronadas, sussurros de esperança,
lágrimas da humanidade regam a poeira.
Sombras dançam nos escombros aguçados,
onde antigos risos dão lugar a lamentos,
o drama desenha-se nos rostos cansados,
lágrimas que a guerra reduz a fragmentos.
II
Nos ecos de um mundo em chamas,
onde a guerra dança nas sombras sem amor,
ruínas contam histórias de lágrimas e dramas,
a tragédia esculpe rostos de dor.
Corações despedaçam-se na estúpida guerra,
cada suspiro é um grito silenciado, fugaz
e as estrelas, em luto, choram pela terra,
na esperança do renascer da paz.
III
Na sombra da guerra, ecos de um lamento vão,
cidades em ruínas, onde o silêncio grita,
lágrimas misturam-se ao barro do chão,
drama eterno onde a esperança perdida levita.
Homens e mulheres, dançam no caos da insensatez,
as chamas devoram o que um dia foi um lar,
choramos por um mundo que se desfez,
entre escombros, o amor não se deixa derrotar!