Arthur Santos

156 - TRILOGIA DA GUERRA

TRILOGIA DA GUERRA

I

No horizonte, ecos de aço e fogo numa dança, 

a terra curva-se sob o peso duma dor traiçoeira, 

cidades desmoronadas, sussurros de esperança, 

lágrimas da humanidade regam a poeira. 

 

Sombras dançam nos escombros aguçados, 

onde antigos risos dão lugar a lamentos, 

o drama desenha-se nos rostos cansados, 

lágrimas que a guerra reduz a fragmentos. 

 

II

Nos ecos de um mundo em chamas, 

onde a guerra dança nas sombras sem amor, 

ruínas contam histórias de lágrimas e dramas, 

a tragédia esculpe rostos de dor.

 

Corações despedaçam-se na estúpida guerra, 

cada suspiro é um grito silenciado, fugaz

e as estrelas, em luto, choram pela terra, 

na esperança do renascer da paz.

 

III

Na sombra da guerra, ecos de um lamento vão, 

cidades em ruínas, onde o silêncio grita, 

lágrimas misturam-se ao barro do chão, 

drama eterno onde a esperança perdida levita. 

 

Homens e mulheres, dançam no caos da insensatez, 

as chamas devoram o que um dia foi um lar, 

choramos por um mundo que se desfez, 

entre escombros, o amor não se deixa derrotar!