Pérola insubmissa,
Cabeça de santo, Djavan
Punhal amarelo foi elã
Do mais puro afã
De um desejo, de um amor qualquer
Ao abraçar a imensidão do mundo
Em lingua português-brasileira.
Aquários são muitos
Eu também
Mas Djavan é profundo
Sobejamente oriundo
Do mais recôndito fundo
Da Alagoas nata.
Vara de pescador atirada sobre
As ondas
Águas contritas, vagas alucinações
A fauna a flora os feixes
Da luz solar
Cabelos de Janaína estirados no mar
Djavan a palrar
Quem sabe a pensar
No meu amor por você, menina.