Soube por um tempo que, quando voltasse,
Tudo que fiz formaria uma bela composição,
E que eu perceberia quando a tocasse
Que havia tamanha fragilidade em minhas mãos.
Dedico essa melodia à curiosidade,
A qual desde que te notei nutro,
Enquanto sinalizo o que é minha prioridade,
Para que entre ambas cresça um pleno fruto.
Se me permites agora perguntar:
Quem és? Procuro entender.
Quem serás? Não deixes pender.
Se quiseres que eu agora responda:
Quem sou? Ainda não sei.
Quem serei? Amanhã te direi.