Me olhei diversas vezes hoje, meu reflexo já pensa mais do que minha própria personalidade.
Não sei se devo deixar o monstro em mim emergir, talvez eu já o tenha domado e nem percebo.
Ou talvez seja ele falando agora. O monstro pode ser bom quando lhe é benéfico que o faça.
Porem quem o pode encarar e perguntar se é?
A esta altura já não mais importa, o monstro se satisfaz nessa dúvida constante.
Ele traga dia após dia suas convicções de ser, não se sabe mais se está separado, ou se transformou em uma entidade própria.
Já não mais importa afinal, viveremos juntos eternamente.
Devemos conviver e adentrar ao seu lar. A escuridão.