Seus olhos cruzaram com os meus
diante de uma noite barulhenta.
Me fizeram subir às alturas, e seu riso discreto
me fez querer te ver novamente.
Mas não sei onde te encontro,
não sei para onde seguir.
O teu cheiro ainda corre pelo vento,
se esvaindo enquanto ele segue o próprio caminho.
E eu fico,
parado entre o que senti
e o que não sei se volto a viver.
E como é cruel essa indecisão:
se sigo, não te encontro;
se fico, eu me perco.