Sinvaldo de Souza Gino

Hipérbole do amor

Hipérbole do amor, chama ardente
Que transborda o coração e inunda a vida,
O amor que não cabe em palavras
Os gestos são insuficientes, alma perdida

Dois corações, duas almas, um só ser
Unidos pelo amor, sem fronteiras
Chama que arde sem se consumir
Sede que não se sacia, desejo de unir

Hipérbole do amor, figura extrema
Expressa o inexpressável, alma plena
Entregar-se sem reservas, sem medo
Perder-se no outro, amor sem fim

Amor que não conhece barreiras
Não se limita por espaço ou tempo
Força que impulsiona a alma a voar
Fazer do amor o único destino

Hipérbole do amor, sagrado excesso
Leva a sonhar com o impossível
Crê no eterno, no amor divino,
Hipérbole que é a própria verdade