Eliete Souza

Clareiras do Caos


Quando o que antes trazia confusão clareou a imensa escuridão que permeava o mais profundo do meu ser,
estando envolta pelo brilho que resplandeceu em minhas pupilas dilatadas, inebriei-me e me rendi.
Enquanto minha alma se entrelaçava à tua,
tu me deleitavas com a mais bela das imagens à qual já pertenci.
Tornei-me a própria realidade onde, em silêncio,
apenas te observava… a sentir.