Sou uma equação não tão exata como a essência lógica matemática;
Mas tão racional como a essência filosófica.
Sou uma eterna soma de amores,
Um eterno divisor de carinhos,
Um multiplicador de sonhos e amor.
Sou uma crítica subtração de números,
Que nada somam a mim.
Sou uma incógnita numa equação de 2º grau com uma variável,
E solucionável por seus divisores de amizade.
Com sobras,
Com restos e diferenças,
Sou um divisor de esperanças.
Sou um conjunto de infinitos sonhos,
Um ser de caráter exato num plano cartesiano.
A minha força é potência de base 10,
Elevada ao quadrado,
E conhecer-me não pertence aos olhos,
Mas ao coração.
Quem conhece-me não o faz com os olhos,
Mas pelas grandezas exatas do coração,
Pois não cabe a mim ser essencialmente aquilo que se ver,
Mas essencialmente aquilo que se sente.