Dá para ser,
Se somos assim,
Com que estamos a ver,
Pra ficar afim.
Costuma a ser,
Bem como assim,
Resolver em ver,
O que mais quer enfim.
Tem que ser,
Mais e pra sempre assim,
Pensar o que vê,
Do começo ao fim.
Qual o nome disto?
Que nome devo dar?
Por qual nome existo?
Por qual devo falar?
Vai saber, por isto,
Toda esta fase revelar,
A todo novo instinto,
Que sua alegria me dar...
Pra agora já chega,
Só mais estas palavras,
Pra serem bestas,
Só as mais faladas.
Se por hora chega,
Descrever as palavras,
As quais se pega,
Sendo elas comuns ou raras.
Pra que se chega,
Nos caminhos das palavras,
Estas que carrega,
Nas portas reveladas.
Está tão contente,
Com todo absurdo,
Rompendo ferro a dente,
Abrindo os olhos do mundo.
Fique mais contente,
Com cada absurdo,
Divulgando sua mente,
Pra todo caos futuro.