A vida, com ela, é bela. Eu queria ver o luar, mas realmente era para ver a dama brilhar.
De coração, a beleza dela é de dentro para fora; as palavras que saem da boca dela sempre me fazem me apaixonar.
Eu, um descrente, acreditando cegamente no poder da mente, você alegremente me mostrou o poder de amar.
Bela moça, do coração gigante, da vida inconstante, que me ensinou a viver, fez eu chamar seu colo de lar.
Hoje, as idas e vindas da vida me fizeram da sua vida desaparecer.
Não posso só culpar a vida, mas prefiro é mais fácil que se autoculpar mas isso me deixa em uma via sem saída, nem sei o que dizer.
Na verdade, eu nunca acreditei em destino, mas prefiro a ele relegar o motivo de te largar; pois hoje, para mim, essa dor é difícil de aguentar, eu só sei sofrer.
No fundo, queria te chamar de amor, mas hoje só sinto a dor da solidão em meio ao mundo; ninguém mais tem a versão que tu viu nascer.
O homem que saiu é mais forte, fala menos, luta menos, tem menos tesão em viver; na verdade, o passatempo favorito dele é relembrar, relembrar sem poder.
A vida pode ser difícil com você, mas descobri que sem você o sentido chega a ser questionado.
Eu, um louco, mudei, descobri que com você conseguiria fazer qualquer coisa; isso é o que chamo de poder de um apaixonado.
No fim, eu sofri, eu morri e nasci de novo: uma versão menos louca, menos alucinado.