Da raiz, o primeiro fruto, de todo mal
Primogênito, da manhã, do saber
Maior que o meio-dia, o entardecer
Da estrelada noite, brilho sazonal,
Tanta herança, mas quem sou, afinal?
Não quem sabe, não quem sente, quem é,
Glamour orgulho, sem resguardo, sem fé,
Ele deveria saber, ela sente demais, resta-me ser
Desejo, movimento, o consumo, do impuro
Dou-lhe razão, satisfação, no efêmero branco.
Sem extensão, quanto engano, não é presunção,
Ao me olhar, tudo o que veem, é o que lhes faltam,
E incomoda, não ser o que deveria, por toda uma vida
De perfeição, o afeto, desilusão, do que não existe,
Culpa, se não te ajuda, deixe comigo, como o chefe.