A sua presença virou ausência,
virou meio que um fantasma.
Quando eu poetizo, eu me lembro:
eu sou a sua casa assombrada.
Você fez parte da minha vida seca,
como uma chuva que me molhou.
Mas sua presença é ausência,
e depois da sua chuva veio o sol.
Então sigo aguando a minha mente
quando lembro de você.
Você é um adubo recorrente
que faz da minha noite um amanhecer.