No profundo da minha alma, ainda sinto esperança,
Pois no meu guarda-roupa guardo memórias de criança.
Dos outros só sinto desprezo, e talvez eu seja amargurado;
No meu peito sinto dores, resultado de pecados.
?Quanto devo pagar? Qual o tamanho da minha dívida?
Será que existe um valor, ou o valor é a minha vida?
O fundo do poço ainda é muito para quem já esteve soterrado;
Escute o grito de socorro: cicatrizes do pecado.