Um dia, me disseram de tempo ao tempo que vai passar
A dor maldita de amor, que eu penso e paro, e volta a refletir a sorrir por ti, me lembrando de amar
As palavras vêm ao coração as memórias à mente, que foda, eu era descrente que podia perdurar
A mente, gostaria de esquecer assim como Clementine, pois nem minha razão consigo deixar e quem dirá da minha alma apagar
O coração flutuante, nessa bolha, o racional e o coração se contradizem, que mal, eu achei que conseguiria o amor matar
Mas percebi após mês a mês que é impossível me distanciar
As belas risadas que dei, o meu sorrir o seu florir, o seu beijo, o seu cheiro o seu carinho eu quero perpetuar
Minha memória não deixa esquecer, me lembro como se fosse ontem algo que já faz anos, e não posso mais reconsiderar
A maldita vida, eu só queria beber, em um dia distante e somente lembrar sem sentir, sem rir, somente lembranças sem o amor
A aquela dama ela me trouxe mais que a vida, ela me trouxe o respirar, eu aprendi o que é viver, com o amar, mas hoje isso é dor
Malditos sejam, os sentimentos que não se desfazem, a dor está demais, eu só queria esquecer, oh Deus perdoe esse pecador
O Deus me ajude a esquecer eu o imploro não aguento mais sofrer, a vida continua a correr, enquanto eu paro de viver