Como a flor que nasce na penumbra,
não busca o sol, mas guarda a bruma.
Suas pétalas são silêncio e coragem,
um jardim oculto, firme na passagem.
É lírio noturno, discreto e fiel,
ergue-se em sombras, mas toca o céu.
Entre espinhos da dor, floresce em calma,
um guerreiro que guarda a beleza na alma.