Tem momentos em que eu paro
e penso:
“Será que ela ainda sente
saudade de mim
da mesma forma que eu sinto dela?”
Mas então eu me olho
e percebo
o quão pequeno
esse pensamento pode ser.
Porque ela está feliz.
Vivendo a vida que sempre quis.
E, de alguma forma,
isso também me deixa feliz.
Porque, no fim de tudo,
tudo o que eu sempre quis
foi vê-la bem.
Mesmo que isso signifique
um mundo
onde eu não estou.