A eterna tormenta se faz presente
Como a sombra que não se desprende
A loucura preenche minha mente
Deixando-me quase indigente
As mãos continuam trêmulas
Diante de um imenso vazio
Solidão ao lado de tantos
Quero apenas seguir sem prantos
A desilusão das decisões
Rasga meu ser em loucos ciclos
Onde estás, pai, no eco que não responde?
Ouça a súplica de teu filho
O pródigo não obteve sucesso
A vergonha de viver em excessos
O sonho de abraçar a felicidade
E, um dia, talvez, torná-la realidade