A primavera ruía sem piedade,
E saudade enchia o trem.
A aurora deixou marcas de paixão,
E a pele cicatrizou essa dor.
Os vagões ia vazios ,
E as memórias enchiam de dor.
Joguei me na porta do trem ,
A saudade ia ficando mais tensa.
As folhas morreria em cada lágrima,
Caída do rosto sem vida.
Sinto um aperto no limiar do coração ,
A doçura dos seus lábios vive em mim.
E o trem ...
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