O amor arde em mim, intenso e desordenado, e, mesmo assim, me ilumina.
Entre noites que não descansam e dias que se precipitam, aprendo que sentir assim é existir plenamente.
Há bondade, mesmo na confusão, gestos pequenos que seguram o coração quando tudo treme.
E, mesmo quando a loucura bate à porta, percebo: ela me ensina, me molda, me faz lembrar que viver é permitir o caos e, ainda assim, seguir.
Meu coração cresce, se reorganiza e permanece aberto — pronto para sentir, pronto para um amor que vive em mim além da eternidade.