Ela sempre chora
Mas nunca diz o que a incomoda
Sempre aceitou o inaceitável
Do mundo e de todos
Sempre motivou os outros
Mas nunca teve coragem para tentar
Viveu a vida toda com sonhos
Mas nunca conseguiu realizá-los
Sonhou tanto que morreu de overdose de querer
Quis ser livre, mas nunca regou suas asas
Invejou quem sempre tentou tudo
Quem sempre teve a felicidade em si
Uma inveja que só se foi em seu funeral