Novamente sucumbi à horda de horror
Como a chuva que insiste em cair
A vergonha contrasta com meu amor
A escuridão que me atrai
Sei que preciso sair
Deixar o mundo de trevas para trás
Da luz do sol me nutrir
E a felicidade deixar reinar
A solidão de estar acompanhado
Por conhecidos tão estranhos
Acordar com a alma estilhaçada
E novamente enxugar o pranto
Sei que um dia sentirei a brisa
Do vento da realização
Secando as últimas lágrimas
No silêncio do meu coração