G. Mirabeau

Estranho País

Sou de um estranho país!...

Morri como nunca quis:

Louco como quisera,

Pouco como fizera...

 

Voei, nas asas de Fênix,

Do meu pássaro safira

Ao renascimento Ônix,

Aos afagos de Iara...

 

Voltando enfim ao recanto

De onde nunca partira,

Nos braços do desencanto,

Nos passos do Curupira...